Are you really here or am I dreaming
I can't tell dreams from truth
For it's been so long since I have seen you
I can hardly remember your face anymore

When I get really lonely
And the distance causes only silence
I think of you smiling
With pride in your eyes a lover that sighs

If you want me satisfy me, if you want me satisfy me

Are you really sure that you’d believe me
When others say I lie
I wonder if you could ever despise me
When you know I really try
To be a better one to satisfy you
For your everything to me
And I’ll do what you ask me
If you’ll let me be free

If you want me satisfy me, if you want me satisfy me

If you want me satisfy me, if you want me satisfy me

If you want me satisfy me, if you want me satisfy me
Um amigo - o Jon - decidiu partilhar comigo esta curta-metragem, de Patrick Hughes, vencedora do Cyber Lion de Ouro no último Festival de Cannes. Ainda bem que o fez, caso contrário não poderia partilhá-la com vocês também. É caso para (não) dizer: palavras para quê?

No final do mês de Setembro, apresento um desafio à minha pessoa: recomeçar. Acontece a todos, pelo menos em certa altura da vida de cada um, sentirmos aquela necessidade de dar uma nova oportunidade a nós próprios. Pois bem! Este blogue faz parte dessa oportunidade que estou a dar a mim mesmo, uma vez que se gosto de escrever não tenho nenhum motivo para não o fazer. Tenho sido bastante negligente, confesso. Tenho sido descuidado em não fazer aquilo que me dá prazer, em não confiar em mim mesmo, em não reservar o tempo e o espaço de que preciso; sobretudo, em não parar e pensar no que realmente quero. A tal necessidade imediata em tornar a começar advém daqui; uma necessidade em fazer mais e melhor, dia após dia. Porque se «somos aquilo que fazemos repetidamente», como disse Aristóteles, vou passar a ser mais e melhor!